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Ídolos fase 2 - mais drama no teatro em São Paulo
Topic Started: Sep 22 2008, 09:43 AM (268 Views)
Camila
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Ídolos fase 2 - mais drama no teatro em São Paulo
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Esta semana foi exibida a segunda fase do programa Ídolos da Record. Insisto em falar Ídolos da Record, porque tivemos duas temporadas do programa produzidas pelo SBT. Esta fase, também chamada de fase teatro, é a fase que sucede as audições, também chamada de fase “vergonha alheia”, pois grande é o número de participantes que não tem nenhum talento pra música e se inscrevem no programa.

Por se tratar de uma versão brasileira de um programa que já tem sete temporadas produzidas nos Estados Unidos, a comparação com o American Idol é inevitável. Neste caso, ainda podemos (e devemos) comparar o programa com as duas temporadas realizadas pela emissora concorrente que, no ano passado, perdeu seus direitos sobre o produto.

Então, vamos ao que interessa. No episódio que vimos na terça-feira, o foco do programa foi o drama dos participantes. O que frustra bastante uma parcela de telespectadores (inclusive eu) que gostaria de conhecê-los musicalmente. Queremos saber se aqueles que continuaram merecem de fato uma chance, e ter visto o que houve de errado com aqueles que deixam o programa.

As apresentações, que vimos superficialmente, se fizeram em filas, sem microfones individuais ou acompanhamento musical (banda ou playback). Cada um tinha que dar o melhor de si. Na eliminação, a parte mais chata deste episódio, o dramalhão presente em nossa cultura brasileira de telenovelas ganha destaque. Estas mesmas filas entram novamente no palco e são descartados, ou não, por um dos jurados. Discursos intermináveis destes jurados e câmera lenta com musica triste na saída dos eliminados fazem do episódio um dramalhão sem fim.

No segundo programa (e segundo dia para os participantes no teatro), exibido na quarta-feira, as apresentações mudam. Os competidores fazem duetos, acompanhados de banda e com microfones individuais. O drama dos participantes é abordado de forma menos exagerada, somente com a preparação de cada dupla. O enfoque são as apresentações e, assim, conhecemos o perfil musical de cada participante, que agora é chamado pelo nome e não por seu número de inscrição.

Podemos acompanhar várias eliminações injustas e muitos participantes, que pela mídia voltada pra imagem nunca se tornarão um ídolo, continuam na competição. A segunda parte deste programa é marcada por apresentações individuais, com microfone individual e acompanhamento musical playback. E assim o Top 30 é formado. Top 30?! Isso mesmo. Trinta participantes vão disputar no palco pelo voto do telespectador. Desta forma, a Record, assim como foi no SBT, terá muito mais programas para explorar e ganhar com isso. No formato original o Top das apresentações é 20 e não 30. Se com vinte, acompanhar a atração já se torna maçante, com trinta, pode se tornar interminável e quase insuportável.

Outra comparação que faço é com a produção e edição dos programas que não ficam nada atrás da versão americana. Isso até agora, pois ainda temos que ver o palco das apresentações na próxima fase, e se terá mudança de estúdio no decorrer do programa.

Rodrigo Faro consegue segurar o programa com a mesma qualidade de Ryan Seacrest na versão americana e é muito superior aos apresentadores da versão do SBT. Os jurados são regulares, com exceção de Luiz Calainho, que exagera na dose. Às vezes me pergunto se ele não queria ser o apresentador do programa. No fim, o programa se torna extremamente brasileiro, sem aquela edição dinâmica de vídeoclips que a versão americana traz. Vamos ver o que o Top 30 nos reserva!

Jorge Monteiro edita o weblog TV, Entre Outras Coisas…

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Seria tão bom viver só de água e sol. Acho que vou virar uma planta e viver de fotossintese :P
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