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Uma Estranha no Paraiso; Fanfic by CSI
Topic Started: Aug 4 2007, 10:10 PM (2,112 Views)
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#Haven

Nova Fic..ela surgiu de umas ideias eu já tinha..espero que curtam.....

Uma Estranha no Paraíso

Titulo : Uma Estranha no Paraíso
Autora: Vanessa Matos (Vanessa Kent)
Categoria: Romance/ Drama
PS: Pode contém linguagem imprópria para menores
Casal: Vários Shippers (casais)
Nota: Os personagens de CSI não me pertencem.
Sinopse:
Uma jovem CSI entra na equipe de Grissom, contudo sua vinda não é bem vista por alguns csi’s. Ela tentará provar a todos sua competência e habilidades, mas esconde um passado sombrio.
OBS: A personagem Evangeline Spanic não existe, é fruto da minha imaginação fértil.


Legendas:
ES: Evangeline Spanic
SS: Sara Sidle
GG: Gil Grissom
CW: Catherine Willows
NS: Nick Stokes
GS: Greg Sanders
WB: Warrick Brown
JS: Jim Brass
C: Conrad

Capitulo 1

Noite de segunda feira tranqüila em Las Vegas. O fim de semana havia sido tranqüilo na cidade. Não havia ocorrido crime grave, apenas alguns assaltos logo resolvido pelos csi’s. Depois de muito tempo finalmente eles conseguiram ter um fim de semana de folga.
Depois dos acontecimentos recentes, todos precisavam de descanso. Havia pouco tempo que tinham conseguido salvar a Sara, e ela e o Grissom haviam assumido o romance, o que pra alguns foi supresa e para outros apenas confirmou o que eles já desconfiavam.

Encontravam-se todos na sala de descanso aguardando o Conrad, que tinha comunicado ao Grissom, que necessitava fala com toda a sua equipe.

CW: Aff! Mais que demora.
SS: Nem me fale, eu odeio esperar.
WB: O que o Conrad que conosco?
GG: Não faço a mínima idéia. Ele não me adiantou a conversa.
GS: Será um aumento?
NS: Vai sonhado Greg.
CW: Seja o que for tomara que ele não demore muito, já atrasou nosso trabalho em pelo menos 1 hora.
GG: Calma Cath! Só temos dois casos. Jaja eu distribuo eles.

Assim que o Grissom terminou de falar, Conrad aparece na porta da sala de descanso e entra. Contudo ele não estava sozinho, uma jovem o acompanhava. Uma jovem com um tom de pele moreno claro, cabelos claros, meio loiro, meio castanho claro, olhos verde, alta, devia ter quase 1,80m, e magra, mais com um corpo bastante bonito. Os meninos não disfarçaram e a acompanhou com os olhos, apenas Grissom não fez o gesto. Ao vê o Warrick boquiaberto pela beleza da jovem, Cath sentiu uma pitada de ciúmes. A jovem seguiu Conrad até o centro da Sala, onde os csi’s se encontravam sentados.

C: Boa noite a todos. Espero que não tenha atrapalhado o expediente de vocês.
GG: Bem, você nos atrasou um pouco.
ES: Desculpa, a culpa não foi dele.
CW: Quem é você?
C: Bem, ela é o motivo de eu ter pedido ao Grissom para reunir vocês hoje aqui. Essa Willows é a agente Evangeline Spanic. E nova colega de trabalho de vocês.
GG: Como assim? Eu não fui consultado.
C: Ordem direta do diretor Grissom. Ela é do FBI e uma agente bastante condecorada e jovem.
SS: Mais o que um agente do FBI faz aqui entre nós?
C: Ela é perita criminal que nem todos vocês. Ela é bióloga de formação, assim como você Grissom. E o resto ela mesma pode contar.
ES: Claro. Bem, durante minha graduação me especializei em perícia criminal e depois acabei indo para o FBI, mas a perícia sempre foi a minha paixão.
GS: Não vai me dizer que é Entomologista também.
ES: Não, curto mais a área da botânica, não sou muito chegada a insetos.
GS: Ainda bem, já basta o Grissom.
GG: Conrad posso falar em particular com você?
C: Claro.

Conrad e Grissom se distanciam dos demais.

GG: Que historia é essa, de mandarem alguém para minha equipe, sem me avisarem antes?
C: A ordem veio direta do diretor. Acho melhor você não discutir sua decisão, ele foi bastante bondoso quando permitiu que você e a Sidle continuassem trabalhando juntos, mesmo mantendo um relacionamento.
GG: Você tem razão, contudo eu quero se avisado antes sobre os assuntos que dizem respeito a minha equipe. Eu necessitava prepará-los, e não receber a noticia de supresa que nem eles.
C: Eu sei. Mas pense no lado positivo, você acabou de ganhar uma profissional excelente, dar uma olhada no seu currículo. Eu a queria na minha equipe, pena que ela preferiu a sua equipe.

Conrad sae sem se despedir deixando um Grissom confuso. No outro lado da sala, Evangeline Spanic se encontrava em pé, e calada. Os demais csi’s prestavam atenção nas gesticulações do Grissom e do Conrad. Grissom se vira e retorna ao centro da sala.

GG: Bem, me desculpa. É que eu odeio se pego de supresa.
ES: Desculpa lhe peço, por ter lhe causado transtorno.
GG: Não é nada contra você. O problema é o Conrad. Vamos deixar isso de lado, me deixa te apresentar a equipe. Sara Sidle, Catherine Willows, Nick Stokes, Greg Sanders e Warrick Brown.

Com exceção da Catherine que apenas a cumprimentar com a cabeça, os demais csi’s se levantam e cumprimentam a Evangeline com apertos de mão.

GG: Acho que agora podemos começa os trabalhos. Temos dois casos. O primeiro um assalto a uma joalheria, e o segundo um possível suicídio. Sara, Greg e eu ficamos com o segundo, e os demais cobrem o suicídio.

Catherine se levanta e se aproxima de Grissom.

CW: Por que eu fico com a novata?
GG: Por que ela precisa aprender com uma excelente csi.
CW: Por que ela não aprende com você?
GG: Deixa de besteira Catherine. Você, Warrick e Nick são os mais antigos, com vocês, ela aprenderá muito. Eu sou o chefe, posso deixá-la constrangida.
CW: Mas Grissom.
GG: Isso não é um pedido Cath, é uma ordem.

Grissom sae da sala, e Sara e Greg saem apressados tentando acompanhá-lo. Catherine permanece imóvel, e no centro da sala, Nick, Warrick e Evangeline se encontravam também imóveis.

ES: Acho que ela não gostou de mim.
WB: Não liga não, ela é gente boa. Jaja ela se acostuma com você.

Nick que havia permanecido calado desde a chegada da Evangeline, finalmente fala algo.

NS: Hey! Aceita o conselho do Warrick. A Cath é assim mesmo. Mais seja bem vinda à equipe.

Nick então abre um longo sorriso.

Uau! Que sorriso

Os dois ficam se olhando. Mais o clima é quebrado com a chegada da Catherine.

CW: Bem vamos o dever nos aguarda.
Ela pega a sua maleta, e sae apressadamente da sala. Warrick, Nick e Evangeline a acompanham. Ela entra no carro, e o Warrick a acompanha. Evangeline vai com o Nick no carro dele.

WB: A novata parece ser gente fina.
CW: Pelo visto ela já encantou você.
WB: Hey! Não precisa ser grossa. O que ela te fez?
CW: Nada War. O problema é ela chega assim do nada, e invadi nosso espaço. Veja nem o Griss foi avisado da chegada dela.
WB: A decisão veio lá de cima Cath.
CW: Ai ta o problema.
WB: Acho que você devia dar uma chance a ela, não tirar sua conclusões, assim.
CW: Vou pensar no caso.

Os dois continuam o resto do caminho discutido sobre a vinda da nova csi. Enquanto isso, no outro carro, ambos permaneciam calados, até que o Nick quebra o silêncio.

NS: Hey! Você é americana mesmo?
ES: Sou sim. Por que?
NS: Spanic! Não é um sobrenome americano.
ES: É latino. A família da minha avó é mexicana, ela veio para os EUA ainda adolescente, casou-se com um americano. Mais meus pais ambos são americanos.
NS: Você é de que estado?
ES: Sou da Califórnia, nasci em Los Angeles, mas fui criada aqui em Nevada. E você?
NS: Sou de Dallas, Texas. E você se formou na Universidade de LA?
ES: Não, em Harvard.
NS: Uau! Harvard. A Sara também se formou lá.
ES: Que legal, então ela e eu teremos muito que conversar.
NS: Mais por que biologia?
ES: Sempre gostei da matéria. Durante a faculdade tinha que ter créditos extras, então fiz um curso de perícia criminal.
NS: Como foi parar no FBI?
ES: Você pergunta muito.
NS: Desculpa não quis te incomodar. Sou apenas curioso.
ES: Tudo bem. Eu acabei me interessado pela corporação, e entrei para o FBI, passei três anos em Washington, e agora voltei para Las Vegas.
NS: Um bom filho a casa sempre retorna.
ES: Exatamente.

O papo dos dois é interrompido pela chegada ao local do crime. Quando eles chegam, Catherine e Warrick já haviam descido do carro. E estavam a conversar com o Brass. Os dois saem do carro, e seguem em direção a eles.

JB: Olá, Você deve ser a novata. Evangeline?
ES: Exato, podem me chamar de Evie.
NS: O que aconteceu aqui?
JB: Como tava dizendo a Cath e ao Warrick. Mulher de 45 anos encontrada morta na sauna da casa. O marido viajou a negocio, e a faxineira só encontrou o corpo hoje.
ES: Sabem onde o marido foi?
JB: Bem, não. A faxineira só sabe dizer que ele viajou.
WB: Muito suspeito isso.
CW: Vamos deixar de especulações, e coletar as evidências. Eu cubro a sauna, Nick fica com a parte de cima da casa, Warrick com a parte de baixo, e você Evie vai interrogar os funcionários da casa, e os vizinhos.
ES: Ok, tou indo.

Evie sae, deixando o restante pra trás.

JB: Bonita essa novata.
WB: É mesmo.
CW: Vamos parar de conversa fiada, e trabalhar.

Catherine sae acompanhada do Nick que a segue para o interior da casa.

JB: O que deu nela hoje?
WB: Acho que é TPM.

Os dois riem, Warrick entra na casa, e Brass sae para acompanhar a Evie nos interrogatórios.

To Be Continued

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Mais um capitulo..........

Capitulo 2

Enquanto Evie e Brass interrogavam alguns vizinhos da vitima. Catherine se encontrava no local do crime analisando o corpo juntamente com o David.

CW: Então David, qual a causa da morte?
David: Bem tudo indica que foi o calor. Ela ficou muito exposta a altas temperaturas, isso deve ter ocasionado a desnaturação das suas proteínas. Repare com a pele dela se encontra.
CW: Está enrugada.
David: Exato. Mais só teremos certeza da causa com uma autopsia. Estou levando o corpo para o laboratório, lá o drº Robbins saberá com mais precisão a causa da morte.
CW: Peça ao drº para fazer um exame toxicológico. Uma pessoa em sã consciência não ficaria dentro de uma sauna até morrer.
David: Um suicídio?
CW: Tudo indica que sim. Mas veremos o que as evidências dizem.

David sae da sauna levando o corpo e segue para o laboratório criminalística. Catherine Willows continua na sauna recolhendo as evidências. No andar de cima da casa Nick vistoria os quartos, e encontra no quarto da vitima vários frascos de calmantes. Na parte de baixo da casa Warrick encontra algumas pegadas, e nada mais, tudo parecia normal.

Evie e Brass retornam para a casa, e entram na sauna.

ES: Hey! Precisa de ajuda?
CW: Como foi o interrogatório?
ES: Os vizinhos dizem que o casal era muito feliz, que nunca ouviram nenhuma briga entre eles. Mas afirmaram que o marido viaja muito. E aqui o que encontrou?
CW: Tudo indica que ela aumentou a temperatura da sauna e permaneceu aqui dentro. Dar uma olhada esse termômetro.
ES: 75ºC. Uma sauna úmida raramente ultrapassa 60º C.
CW: Ou ela alterou a temperatura, ou alguém fez isso. Bem, aqui já acabei, vamos ver se os meninos precisam de ajuda.
ES: Certo.

Evie e Cath vão ao encontro dos meninos, os quais estavam na sala, a conversar com o Brass.

CW: Hey Boys! Já coletaram as evidências.
NS: Eu achei vários frascos de tranqüilizantes nas coisas dela.
WB: Eu achei umas pegadas, e tou levando uns calçados dela, e do esposo para comparar lá no laboratório.
JB: Eu vou procurar o esposo.
CW: Então terminamos aqui vamos voltar para o laboratório.

Os csi’s entram nos respectivos carros. Cath e o Warrick no carro dela, e Evie no carro do Nick, e seguem em direção ao laboratório.

No outro lado da cidade, Grissom, Sara e Greg analisavam uma joalheria que havia sido arrombada.

GS: Eu achei algumas pegadas, e algumas digitais. Vou precisar coletar as digitais dos funcionários, e comparar as pegadas.
GG: Faça isso. E você Sara?
SS: Eu fiz uma lista com as peças roubadas, vou enviar um alerta para as casas de penhores e vendas de jóias, caso o ladrão tente vendê-las.
GG: Ótimo.

Grissom e Sara entram no carro dele, e Greg permanece na loja recolhendo as digitais dos funcionários. Durante o trajeto de volta ao laboratório, Sara estranha a fisionomia preocupante do Grissom.

SS: Hey amor! Algum problema?
GG: Nada importante. Não precisa se preocupar.
SS: Você hoje estava super bem, foi só depois da conversa com o Conrad que você ficou assim. Foi a chegada da novata?
GG: Não é bem ela Sar. Foi o modo como ela chegou. Não achou estranho?
SS: Uma indicação do próprio diretor?
GG: Exato. Ele nunca fez isso. Por que agora?
SS: Não sei Griss.
GG: Eu não vou sossegar enquanto não descobrir, o por que.
SS: Amor, o diretor foi muito legal ao permitir que nos dois continuássemos trabalhando no laboratório, e juntos. Acho que você deve isso a ele.
GG: Eu sei Sar, não tou questionado a indicação dele, mas as circunstâncias dela.
SS: Você quem sabe. Eu fui com a cara dela.

Os dois encerram o papo, ao chegarem no laboratório. Sara vai para a sala de analise das evidências, e o Grissom vai para sua sala.

No laboratório Catherine e sua equipe já haviam chegado. Warrick e Nick foram analisar as evidências, enquanto Cath e Evie foram acompanhar a autopsia do Drº Robbins.

CW: Você já acompanhou uma autopsia?
ES: Só na faculdade, nas aulas de anatomia.
CW: Você pode senti-se enjoada, qualquer coisa, me avisa.
ES: Obrigada pela preocupação. Vou ficar bem.
CW: Não é preocupação. Faz parte do meu trabalho.

As duas entram na sala, onde o Drº Robbins encontrava-se analisando o corpo.
DR: Hey! Cath.
CW: Drº essa é a Evie.
DR: Seja bem vinda.
ES: Obrigada!
CW: Qual a causa da morte?
DR: Hipertermia.
ES: A alta temperatura a qual o corpo ficou exposto.
DR: Exato. O corpo humano tem um mecanismo extremamente complexo de controle da sua temperatura, chamado Mecanismo Termorregulador. Ele envolve estruturas nervosas e químicas, incluindo receptores especiais de temperatura, glândulas e vasos sanguíneos, no cérebro, medula espinal e em várias outras regiões do corpo. Em 1885, Aaronsohn e Sachs descobriram que na profundidade do cérebro, mais especificamente no Hipotálamo, encontra-se o centro desse termostato.
Nossa temperatura interna (chamada “Central”) deve ser mantida rigorosamente entre 36,5ºC e 37ºC. Acima e abaixo desses limites, surgem disfunções orgânicas, às vezes com conseqüências trágicas. A Hipertermia é definida quando o corpo atinge altas temperaturas (acima de 41ºC), com risco de vida.
CW: Então o corpo não conseguiu dissipar todo o calor ao qual ele foi submetido.
DR: Numa sauna uma pessoa elimina o excesso de calor através da sudorese.
ES: Contudo, o corpo ficou muito tempo exposto ao calor. E o corpo não eliminou todo o calor, para resfriar a temperatura interna.
DR: Exato. Isso levou a desnaturação das proteínas, e conseqüentemente a destruição de órgãos, levando-a a morte.
CW: Quanto tempo é necessário para isso ocorrer?
DR: Vai depender da temperatura a qual ela foi exposta. A temperatura máxima permitida numa sauna é 60ºC, o que levaria ela a morte em 1 ou 2 horas, se ficasse exposta mais do que o permitido, alguns minutos.
ES: 75ºC. Essa era a temperatura.
DR: 75ºC. Uau, isso a levaria a morte em poucos minutos. Essa temperatura não é permitida em saunas, um corpo humano saudável não agüentaria mais de que uns poucos segundos a essa temperatura.
CW: Então alguém quis apressar as coisas.
DR: Bom você ter tocado nisso. Eu pedir o exame toxicológico que você solicitou. Encontraram alta taxa de bezodiazepina.
ES: O Nick encontrou vários frascos de calmantes nas coisas da vitima.
CW: Drº o senhor tem o conteúdo estomacal da vitima?
DR: Sim.
CW: Evie você pegue esse conteúdo e compare com os medicamentos encontrados pelo Nick.

Evie sae da sala com o saco do conteúdo estomacal, deixando Cath e o Drº Robbins.

DR: Primeiro dia da garota, e já vai examinar um conteúdo estomacal.
CW: Se ela queria moleza veio ao lugar errado.

Cath sae da sala deixando o Drº Robbins terminando a autopsia. Evie vai em direção a sala de evidência onde se encontrava o Nick e o Warrick, e adentra na sala.

ES: Hey Nick! Cadê os frascos que você encontrou na casa da vitima?
NS: Estão aqui. Estava analisando-os.
ES: Eu preciso dele para comparar com o conteúdo estomacal.
NS: Eu te ajudo.
Nick e Evie saem da sala, deixando o Warrick analisando as pegadas, e vão para outra sala analisar o conteúdo estomacal.

ES: Quais são os medicamentos que ela tinha?
NS: Valium e Serax.
ES: Bem, segundo a analise do conteúdo estomacal. Havia alta dosagem de Diazepam e Oxazepam.
NS: Então ela misturou o Valium e o Serax.
ES: O Valium é um dos nomes comerciais do Diazepam. Diazepam é medicamento nuclear em neuroterapia e em psicoterapia, sendo, de fato, o benzodiazepínico mais amplamente prescrito entre os demais congêneres.Como ansiolítico, provoca sonolência e relaxamento muscular em geral, e se usa na terapêutica da ansiedade. Já o Serax é um dos nomes comerciais do Oxazepam, outro medicamento psicofarmaco.
NS: Então essa mulher devia sofrer de disturbios psicologicos.
ES: Exato. Ela tomava dois remédios altamente forte.
NS: Acho melhor eu ir procurar o medico que receitou esses remedios.
ES: Repare as receitas são diferentes.
NS: Então ela procurou medicos distintos.
ES: Claro. Nenhum médico receitaria os dois remedios juntos.
NS: Eu vou fazer uma busca.
ES: Eu vou avisar a Catherine sobre o que descobrimos.

Nick e Evie tomam rumos distintos. Evie encontra Cath a qual estava a conversar com o Warrick na sala de evidência.

CW: O que encontrou no conteúdo estomacal?
ES: Altas taxas de Diazepam e Oxazepam, os quais condizem com os medicamentos encontrados pelo Nick, o Valium e o Serax.
CW: Ela tinha disturbios psicologicos?
ES: Achamos que sim. Agora as receitas foram prescritas por médicos distintos. O Nick foi tentar localiza-los atraves das receitas.
CW: O Warrick achou três marcar de pegadas, uma da vitima, outra do marido, e uma desconhecida.
WB: Exato, e ela não combina com as pegadas da faxineira.
CW: Eu vou atrás do Brass, para vê o que ele descobriu sobre o marido. Você Evie, vai ajudar o Nick a localizar os medicos das receitas. E você War tente encontra o dono da nossa terceira pegada.

Os três se separam e cada qual vai executar sua tarefa.
Na outra equipe, Greg acabara de chegar da joalheira, e fora levar para a Wendy analisar as impressões digitais. Sara fazia uma busca no banco de dados para vê se achava algum podre de alguns dos funcionários. E Grissom encontrava-se na sua sala, pensativo. O dia já havia amanhecido em Vegas.

Eu preciso ir falar com ele. Não vou conseguir me concentrar no trabalho, sem saber qual a razão da indicação dele

Grissom pega o telefone, e disca.

GG: Por favor! O Diretor se encontra?
Atendente: Quem gostaria de fala com ele?
GG: Gil Grissom.
Atendente: Um instante.

Grissom aguarda dois minutos, e a atendente retorna.

Atendente: Senhor Grissom, ele mandou lhe dizer que o aguarda na sala dele.
GG: Já estou indo.

Grissom desliga o telefone, e sae da sua sala. Pega o elevador, e aperta o ultimo andar. Chega no andar da direção do laboratorio. A ultima vez que tinha ido lá, fora alguns meses, quando o diretor o chamou para conversar sobre o sequestro da Sara, e seu relacionamento com ela. Para de frente a uma atendente, a mesma que ele havia falado minutos atras pelo telefone.

GG: Bom dia. Sou Gil Grissom.
Atendente: Eu sei que é o senhor. Pode entrar. Ele te aguarda.

Grissom respira fundo e adentra na sala.

To Be Continued

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Capitulo 3
Diretor: Gilbert Grissom!
GG: Bom dia diretor Speedman!
Diretor: Eu o esperava.
GG: Como senhor?
Diretor: Sabia que via a mim, saber porque eu indiquei a Evangeline para sua equipe.
GG: Desculpa senhor, mas eu não gosto que mexam com minha equipe sem me consultar.
Diretor: Faz bem
GG: Sei que o senhor jamais faria algo que prejudicasse o nosso trabalho. A garota tem um currículo excelente, apenas não entendi porque não me chamou e me falou sobre a vinda dela. Comunicou ao Conrad.
Diretor: Há alguns meses atrás você veio nessa mesma sala, e me fez um pedido. Lembra-se?
GG: Como posso esquecer senhor.
Diretor: O Conrad veio até mim comunica-me sobre o seqüestro da agente Sidle, e sobre o seu envolvimento pessoal com ela.
GG: Exato.
Diretor: Você me implorou para não prejudicá-la. Se fosse para eu despedir alguém, que fizesse com o senhor. Você se colocou na frente dela, quis protegê-la.
GG: Fiz por amor.
Diretor: Exato. Eu também mandei a Evangeline para sua equipe, por amor Grissom.
GG: Por amor?
Diretor: Deixa-me explicar melhor. Meus pais tiveram 2 filhos, eu sou o mais velho. Tenho um irmão casula. A minha vida toda eu quis protegê-lo. Ele cresceu, se formou. Tornou-se um homem de bem.
GG: O senhor ta falando do Ted Speedman, o engenheiro?
Diretor: Exatamente. O Ted se apaixonou por uma mulher, perdidamente. Ela foi sua perdição. Ele se casou com ela, e juntos tiveram uma filha.
GG: O senhor está querendo me dizer que a Evangeline é filha do Ted Speedman com a Meg McPhaem?
Diretor: Sim. A Evie sempre foi uma boa menina, mas sempre sofreu com a ausência da mãe. Ser filha de uma estrela de Hollywood, não é fácil. Foi criada por empregadas. Contudo com a chegada da adolescência as coisas foram piorando. Quando completou 18 anos, escolheu a faculdade mais longe que podia de Vegas, foi morar em Washington. Meu irmão sofreu com isso. Eu tenho filhos, sem bem como é. Eu sabia que a Evie era fascinada por perícia criminal, e não excitaria de vim trabalhar aqui, com o melhor perito que temos.
GG: Por isso a mandou para a minha equipe. Mas por que não me comunicou pessoalmente.
Diretor: Se eu fizesse isso, o Conrad não ia gostar. Ele sabe que ela é minha sobrinha. Mas ele está na sua frente na cadeia de comando aqui. Ele ia achar ofensa. E para ele, foi ela que te escolheu. Não eu. Ela não quer que as pessoas saibam que ela é.
GG: Ela escolheu um sobrenome falso?
Diretor: Não. Spanic é um dos sobrenomes da Meg. Ela é filha de uma atriz mexicana. A Evie tem esse sobrenome no nome mesmo. Ela não gosta dos outros dois, adota sempre esse. Grissom não conte a ela que você sabe.
GG: Pode deixar. E ninguém na minha equipe saberá.
Diretor: Nem a Sidle?
GG: Eu não posso mentir pra ela.
Diretor: Eu nunca lhe pediria isso. Só peço que seja discreto.
GG: Obrigado senhor, por ter me contado.

Grissom se despede do Diretor Speedman. Agora já sabia o motivo da chegada da novata na sua equipe. Ela não era apenas a sobrinha do diretor, era filha de um dos homens mais importantes de Vegas. Ted Speedman assim com o Tomas Speedman, o Diretor, eram filhos de um político importante americano, um ex-senador da republica. Ted era um engenheiro, a maioria das construções recentes de Vegas eram obras suas. Sua mãe era uma famosa atriz americana, Meg McPhaem, filha de uma atriz mexicana com um produtor americano. Aquela garota era na verdade Evangeline Spanic McPhaem Speedman. Ele teria que guardar o segredo dela poderia contar apenas a sua amada Sara, mas não agora. Deixaria isso para depois.

Desceu o elevador, voltando para a sua sala. Seus pensamentos são interrompidos pela chegada de Sara na sala.

SS: Hey Griss, estive a te procurar, não lhe encontrava. Onde estava?
GG: Eu estava na sala do diretor.
SS: Na sala no Speedman? Não me diga que você foi perguntar a ele sobre a Evie.
GG: Fui.
SS: E ai?
GG: Em casa a gente conversa. Vamos embora?
SS: Vamos.

Grissom pega sua pasta e juntamente com a Sara sae em direção ao carro. No caminho para casa conversam.

GG: E o caso?
SS: Ah resolvido. Ao vascular no sistema encontrei o podre de uma funcionária. Ela é casada com um cara fichado por trafico de droga. Formos a casa dela, e encontramos as jóias escondidas no porta mala do carro do casal.
GG: Hum. Então ela que arrombou a loja.
SS: Os dois com a ajuda de um outro funcionário da loja, o qual ficaria com 30% da vendagem das jóias.
GG: Parabéns, mais um caso resolvido por Sara Sidle.
SS: Por mim e pelo Greggo.
GG: É aquele garoto é talentoso.
SS: Mudando de assunto. O que o diretor Speedman lhe disse?
GG: Sar tudo o que eu falar pra você ficará entre nós dois.
SS: Claro amor. Não falarei para ninguém.
GG: Bem, descobrir o nome completo da novata.
SS: Evangeline Spanic?
GG: Não apenas Spanic. Evangeline Spanic McPhaem Speedman.
SS: Speedman??Ela é filha do diretor?
GG: Não filha. Sobrinha. Ela é filha do irmão mais novo do diretor, o Ted com uma atriz de Hollywood.
SS: Claro. Meg McPhaem. Agora lembrei, ela é cunhada do diretor. Meu deus, essa menina, é herdeira de uma fortuna. O que faz trabalhando como perita criminal, trabalhando para o FBI?
GG: Pelo o que eu entendi ela não gosta muito de ser quem é. Fugiu a vida toda de Vegas, dos pais, da família.
SS: Dinheiro não trás felicidade.
GG: Concordo. Agora vamos esquecer quem ela é. Pra nós ela continuara sendo apenas uma jovem agente, Evangeline Spanic.
SS: Claro. O assunto morre aqui.

Os dois csi’s chegam na casa do Grissom, que havia se tornando a casa dos dois. Sara estava a devolver seu apartamento, precisava apenas esperar passar o mês, afinal já tinha pagado, não iria entregar agora. Ao chegarem, foram tomar uma ducha juntos. Coisa que adoravam fazer.

Grissom dava um banho delicioso na Sara, onde ele com auxilio de uma esponja, ensaboava sua amada. Ficaram assim por um tempo. Depois juntos foram para a cama do casal, onde se amaram. Ele sabia como proporcionar prazer na sua amada, e ela gostava do modo como ele fazia. Esses últimos meses juntos eram os melhores da vida dos dois. Depois do seqüestro, eles tinham superado o trauma junto, e todos sabiam do romance dos dois. O amor deles agora era aberto, não precisavam esconder de ninguém que se amavam. Estava tudo perfeito.

A equipe da Catherine não fora para casa, estavam a tentar solucionar o caso. Ela tinha ido conversar com o Brass, e havia descoberto que o marido da vitima havia ido viajar com uma loira. Warrick há horas tentava acha o dono da terceira pegada encontrada na casa. Evie e Nick tinham ido atrás dos médicos que haviam dado as receitas dos remédios tranqüilizantes da vitima. E haviam acabado de chegar.

NS: Hey! Voltamos.
CW: E ai?
ES: Conseguimos falar com um dos médicos. Drº Benjamim Colen. Ele tratava da vitima a muitos anos. Ela sofria de depressão desde a morte dos pais, ambos morreram em um acidente de avião. Ela herdara uma fortuna. O pai é dono de uma empresa de transporte. Ela casou com um dos funcionários. O nosso suspeito. Ele receitou o Valium, ela toma esse remédio há muito tempo.
CW: Hum, e o outro médico?
NS: Você que dizer médica. Drª Anna Parker ela que receitou o Serax. Ela não foi encontrada, estivemos no consultório dela, ela viajou. Vou visitar a mãe que está morrendo.
ES: O Drº Colen, falou que não sabia de a paciente estava tomando Serax. Ou que ela visitava outra médica. Ele disse que mistura Valium com Serax é altamente perigoso. Que nenhum medico em sã consciência faria isso.
WB: Estranho isso. Estranho a médica ter ido viajar. De o marido ter ido viajar. Ai tem coisa.
NS: E aqui o que vocês descobriram?
CW: O marido foi visto no aeroporto com essa loira.
ES: Opa! Essa é a Drª Parker. Eu vi uma foto lá no consultório dela.
CW: Então o marido e essa doutora estão encrencados. Vou mandar o Brass emitir um alerta para a prisão dos dois. Evie e Nick vão conseguir um mandato e revistar a casa dessa Drª. War você vai à empresa da vitima, e tente achar alguma prova de que o marido estaria dando um golpe, algo do tipo.

Catherine foi à delegacia falar com o Brass, enquanto Nick e Evie conseguem um mandato e dirigem até a casa da Drª Parker, enquanto Warrick vai a empresa de transporte da vitima.

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Mais um capitulo....curtinho esse...só pra deixa-los anciosos....hahaha...

Capitulo 4

Nick e Evie chegam à frente do apartamento da Drª Parker. Ela morava num edifício chique em Las Vegas. Seu andar era o ultimo, morava em um duplex. O porteiro tinha uma chave reserva, e quando mostraram o mandato, ele gentilmente abriu a porta do apartamento.

Um policial ficou vigiando a porta do apartamento, enquanto o Nick e a Evie começaram a coletar possíveis evidências.

NS: Hey! Eu fico com a sala e a cozinha. Você fica com o quarto.
ES: Certo.

Evie sobe a escada e chega ao andar do quarto da Drª Parker. Era um quarto imenso, com as paredes num tom salmão, e uns quadros muito bonitos. Ela tinha um bom gosto. De moveis só havia um criado-mudo, um guarda-roupa enorme, e uma cama redonda com um grande espelho por trás. Evie se aproxima do criado-mudo, e vê um laptop, ela cuidadosamente coloca-o num saco plástico. Procura sinal de esperma nos lençóis, e encontra. Coloca-os também em um saco plástico. No travesseiro encontra fios de cabelos, e também os recolhe. Abre a gaveta, e encontra uns álbuns de fotografia, da doutora com um rapaz, que ela logo reconheceu como o suspeito, e também os coloca nos sacos de evidencia.

No andar de baixo Nick procura por evidências, mas não encontra nada comprometedor. Resolve então ir ajudar a Evie no andar de cima. Quando chega na porta do quarto da Drª Parker vê a Evie coletando evidências na cama, e fica admirando-a por um instante.

Ela é muito bonita. Nunca tinha reparando numa perita antes. Ela tá mexendo comigo.

Ela então o vê.

ES: Hey! Por que ta parado ai?
NS: Nada, tava só pensando. Vim te ajudar.
ES: Pega o banheiro então.
NS: Ok.

Evie continua pelo quarto, e Nick começa a analisar o banheiro do quarto.

NS: Hey! Achei aqui creme de barbear. Acho que não é da Parker.
ES: Achei esperma nos lençóis.
NS: Acho que o dono desse creme de barbear e o mesmo dono do esperma nos lençóis.
ES: Também achei um álbum com ela e nosso suspeito num momento muito intimo.
NS: Lembra da 3ª pegada na casa da vitima?
ES: Deve ser da doutora.
NS: Vamos procurar terra nos sapatos dela, afinal ao redor da casa da nossa vitima tem um enorme jardim.
ES: Vamos dar uma olhada no guarda-roupa.

Os dois começam a analisar o guarda-roupa. Havia muita roupa ainda nele, o que sinalizava que a suspeita não tinha fugido. Encontraram vários pares de sapatos, mas nenhum suspeito. Quando a Evie avista um sapato na parte de cima do guarda-roupa.

ES: Hey Nick! Olha aquele sapato ali.
NS: Hum, porque você esconderia um sapato ali?
ES: Me ajuda aqui a subir.

Evie se pendura numa parte do guarda-roupa, e o Nick a segura firme pela cintura, e acaba tocando na pele dela. Os dois sentiram-se estranhos com o momento.

Que toque suave. Evangeline não misture as coisas.

A pele dela é muito delicada. Suave.

Evie tentar puxar o par de sapatos, consegue, mas acaba perdendo o equilíbrio, e os dois caem. Ela por cima dele. Ficam nessa posição por um instante, olhando-se.

Que vontade de beijá-la.

Que vontade de beijá-lo. Não posso misturar as coisas

Evie então sae de cima de Nick. E quebra o silêncio.

ES: Areia. Esse sapato está com areia.
NS: Deve ser o nosso sapato.
ES: Acho que acabamos aqui.
NS: Vamos voltar para o laboratório, deixar as evidências, e irmos pra casa. Já passa das 8 da manhã.

Os dois recolhem as evidências, saem do apartamento, entram no carro e seguem para o laboratório.

Enquanto os dois estavam no apartamento da Drº Parker. Warrick estava na empresa de transporte da vitima, onde interrogava alguns funcionários do turno da noite, e um gerente. Catherine havia indo a delegacia e juntamente com o Brass enviaram um mandato de prisão para o marido da vitima e a Drª Parker, além de comunicarem aos aeroportos do país e de países vizinhos.

Nick e Evie chegam ao laboratório, encaminham as evidências. Procuram pelo Warrick e pela Catherine. A Catherine já havia ido para casa, e o Warrick não voltaria para o laboratório, so no próximo turno, havia ido direto da empresa de transporte para casa. Só restou os dois csi’s.

ES: Acho que já podemos ir também.
NS: Quer uma carona para sua casa?
ES: Aceito. Mas não para minha casa, tou num hotel. Cheguei há pouco tempo e ainda não achei um lugar para morar. Não quero ficar com meus pais.
NS: Eu te levo ao hotel então.

Os dois entram no carro do Nick e seguem para o hotel onde a Evie estava hospedada.

ES: Esse hotel é barato, mas mesmo assim não posso continuar muito tempo aqui. Tenho que achar um apartamento pra alugar.
NS: Posso te ajudar.
ES: Você conhece algum lugar?
NS: Não. Mas posso pesquisar.
ES: Obrigada! Você é um anjo.

Ai ai, eu tinha que dizer isso?

Ela me chamou de anjo!

ES: Bem, obrigada pela carona, até mais.

Ela abre a porta do carro, e sae. Nick ainda fica acompanhando-a com um olhar. Depois liga novamente o carro e segue para seu apartamento. Não sabia o que estava acontecendo, mas não conseguia tirar a Evangeline da sua mente. Iria achar um apartamento para ela, assim ganharia mais um ponto com ela.

Ele chega em casa e vai direto para o chuveiro, fica embaixo da ducha fria. E em nenhum instante tirar ela do pensamento. Ficava a relembrar os instante que passaram juntos. Do cheiro dela, da suavidade da pele dela. Saiu do banho, vestiu um short, e caiu na cama. Ficou ainda pensando nela, até que caiu no sono.

Enquanto isso, a Evie também tomava uma ducha no hotel, e também não conseguia tirar ele do seu pensamento. Vim para Vegas não fora uma decisão fácil, tinha muito medo de retornar e relembrar do passado. Contudo, ele tinha sido um ponto positivo. Era um cara legal, e cada segundo ela se encantava mais com ele. Saiu do chuveiro, fez um pedido por telefone, pediu um café da manhã. Após o café, deitou-se na cama, e ficou a pensar nele, e logo caiu no sono.

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Mais um capitulo

Capitulo 5

Nick adormecera profundamente. Despertou do sono apenas às 3 da tarde. Devido à fome que sentia. Havia chegado tão encantado com o que acontecera entre ele e a Evie que nem lembrou de comer algo. Acordara com um ar de felicidade, havia anos que não se sentia assim, não sabia o porque disso, mas tinha quase certeza que era devido à presença da nova perita. Ela tinha um ar misterioso, e isso a tornava mais interessante. Além disso, ela era muito sexy. Ele adorava as mulheres latinas, e Evie tinha herdado os traços da sua avó materna.

Levantou-se, trajava um short de malha fino, que ele usava sem cueca. Olhou no despertador, e resolveu ir preparar seu almoço quase jantar. Pegou umas coisas que tinha na geladeira, e fez uma mistura de tempero, ovos, bacon e alguns vegetais. Além disso, pegou um resto de arroz que tinha guardado do dia anterior e esquentou. Colocou em um prato o arroz e sua mistura abriu a geladeira, pegou uma coca-cola, e foi comer em frente à televisão.

Enquanto no hotel onde a Evie estava hospedada, ela despertara com o toque do celular, olhou no visor quem era, suspirou e atendeu.

ES: Hey mãe. Algum problema?
Meg: Oi Honey! Nada demais, queria saber como você está.
ES: Estou bem.
Meg: Estava dormindo?
ES: Sim, meu turno no laboratório é à noite, cheguei às 9 da manhã.
Meg: Por que você não vem morar conosco honey?
ES: Mãe! Já conversamos sobre isso, não quero discutir novamente.
Meg: Pelo menos honey você poderia está num hotel melhor, não nesse de quinta categoria.
ES: O hotel não é boa coisa mesmo, mas é o que posso pagar.
Meg: Você sabe que pode conta comigo e seu pai.
ES: Não quero o dinheiro de vocês.
Meg: Ele é seu também.
ES: Eu posso me virar sozinha, fiz isso durante 7 anos.
Meg: Tudo bem, não vamos discutir. Você já arranjou um lugar para morar?
ES: Ainda não, tou procurando. Um amigo ficou de me ajudar.
Meg: Você sabe que posso conseguir um bom apartamento pra você.
ES: Obrigada mãe, mas te conheço. Não teria como pagar um apartamento escolhido por você.
Meg: Posso te dar um, aceite como um presente.
ES: Não quero já disse.
Meg: Tudo bem. Não vou tocar no assunto. Não quer vim aqui em casa fazer um lanche, para conversamos? Eu estou de partida amanhã.
ES: Bem, eu nem almocei ainda. Acabei de acorda, e tenho que está no laboratório às 19 horas.
Meg: São 15 horas filha. Faz o seguinte vou mandar a Maria preparar algo gostoso para você almoçar, e aproveitamos e conversamos um pouco. Então?
ES: Eu sei que não vai me deixar em paz mesmo, não vejo outra escolha, vou tomar uma ducha, daqui a pouco tou ai.
Meg: Te espero então. Beijos honey.

As duas desligam o telefone. Evie ainda fica um instante na cama, pensando.

Ela não me deixa em paz, viver minha vida. Mesmo quando estava longe, ela achava um jeito de me atormentar. Ela sabia como me convencer a voltar. Vou ter que agüentar isso. Não sei se suportarei

Ela então se levanta e entra no banheiro, retira sua vestimenta, e entra debaixo do chuveiro, toma uma ducha gelada. Fica um tempinho debaixo do chuveiro, e seus pensamentos não são mais de raiva pela mãe, volta a relembra dos momentos que passara ao lado do Nick no ultimo dia. Tinha conhecido-o há um dia, mas parecia que eram décadas. O jeito dele a encantava, a boca dele era suave e delicada, sua vontade era de beijá-la e não parar mais. Saiu do chuveiro, enrolou-se numa toalha, procurou em uma das malas uma roupa, optou por uma calça jeans e uma camisa branca. Calçou um sapato fechado com um saltinho, pegou a bolsa e saiu.

O Warrick Brown assim que saiu da empresa de transporte da vitima do caso que investigava foi para casa, estava cansado. Ultimamente andava triste, seu casamento era um fracasso. Não amava a Tina, e cada dia isso se confirmava. Nem o respeito ele tinha mais por ela. O pior era que começou a desconfiar que amava uma colega de trabalho, a Catherine Willows. Depois que ela se declarou para ele, após saber que ele havia se casado, ela não saia mais da sua cabeça. Tentou esquecer e viver ao lado da sua esposa, mas não conseguiu. Depois que o Grissom e a Sara assumiram o romance deles, não parava de imaginar como seria se ele e a Cath pudessem viver juntos também. Como seria viver ao lado da mulher que ama. O pior erro da sua vida foi ter casado com uma pessoa que não amava.

Chegou no seu apartamento, suspirou, e abriu a porta. Tina estava na cozinha preparando o café da manhã.

WB: Bom dia!
Tina: Bom só se for pra você. Isso são horas de chegar em casa? Já passa das 8 da manhã.
WB: Tava trabalhando.
Tina: Seu turno termina às 6 da manhã.
WB: Você vai ficar me controlando agora? Eu tava fazendo um trabalho externo, demorei por causa disso.
Tina: A gente nem se ver mais. Faz tempo que fizemos sexo. Até parece que você faz isso de propósito.
WB: E se fosse? Cansei Tina de chegar em casa, e ficar nessas insinuações. Você só sabe criticar e falar mal do meu trabalho, dos meus amigos, das coisas que eu gosto.
Tina: Por que você ainda está aqui?
WB: Essa casa é minha.
Tina: Sua? Corrigido nossa. Casamos com comunhão de bens. Eu não saiu daqui por nada. Não te dou a separação. Não vou te deixar livre para a vagabunda.
WB: Vagabunda? Você enlouqueceu?
Tina: Você pensa que não sei. Está gostando de alguém. Por isso não me toca mais.
WB: Eu não te toco mais por que você provocou isso. Fez com que o sentimento que sentia por você, diminuísse, até não resta mais nada.
Tina não deixa o Warrick terminar, pega sua maleta em cima do sofá, e sai de casa para ir trabalhar, batendo com força a porta da frente do apartamento. Warrick fica bastante irritado, e derruba os pratos que estavam em cima da mesa, e dar alguns socos na parede. Tina sabia como tirá-lo do serio. Ele então pega uma cerveja na geladeira, e começa a beber enquanto estava sentado no sofá. Por um instante tenta esquecer os seus problemas, fica a lembra do dia que conheceu a Catherine, dos momentos que passaram juntos, ela sabia como fazê-lo rir. Após terminar a cerveja, ele recolheu os pratos quebrados do chão da cozinha. Vai ao banheiro toma uma ducha fria, depois veste uma roupa leve, e cai na cama, logo adormeceu.

Nick após almoçar coloca o prato e a latinha da coca-cola na mesinha de centro da sala. E pega o telefone, disca para alguns conhecidos em buscar de um apartamento para alugar, contudo seu esforço foi em vão, não encontra nenhum.

Evie sae do hotel, e pega um táxi. Logo chegou em frente a um condomínio de classe alta de Vegas. Solta do táxi, e vai até a portaria. O porteiro ao vê-la abre um sorriso.

Porteiro: Senhorita Evie. Quanto tempo. A senhorita está mudada.
ES: Oi Juarez! O tempo passou pra mim também, não sou mais aquela garota que aprontava com o senhor.
Porteiro: Está indo para sua casa?
ES: Não é minha casa é dos meus pais.
Porteiro: Claro.

Evie se despede do Juarez. E entra no condomínio. Era um típico condomínio de classe alta, com enormes mansões. A casa dos pais da Evie ficava na rua de cima, ela subiu uma ladeira, e chegou a casa. Os seguranças da mansão logo a reconheceram e abriram o portão. Ela gentilmente cumprimentou todos. E seguiu para frente da casa. Nem precisou bate na porta, uma senhora de aparentemente 60 anos abriu a porta.

ES: Maria!
Maria: Minha anjinha está de volta.
ES: Hey! Não sou mais aquela menina que você chamava de anjinha.
Maria: Evie você sempre será minha anjinha.

As duas se abraçam. Maria era uma mexicana, governanta da casa. Ela trabalhava há anos para a família. Ela viu a Evie nascer e foi a grande responsável pela sua criação, enquanto Meg se tornava uma grandiosa atriz e o Ted criava edifícios magníficos.

Maria: Pedi para a cozinheira preparar sua comida preferida.
ES: Hum! Não me diga que é o que estou pensando.
Maria: Peito de frango ao molho branco, com arroz e batata frita.
ES: Não como isso há muito tempo.
Maria: E sorvete de chocolate para sobremesa.
ES: Sempre me mimando.

As duas se abraçam de novo. Nesse momento Meg Mcphaem desce a escada e chega até a sala.

Meg: Hey honey!
Evie: Hey mãe.

Mãe e filha se abraçam.
Meg: Maria manda servirem o almoço para a Evie.

Maria sae da sala, e mãe e filha sentam-se no sofá.

ES: E o pai?
Meg: Na empresa. Mas ele disse que daqui a pouco dar uma passada aqui para lhe dar um beijo.
ES: Tou com saudades dele.
Meg: E minhas?
ES: Também mãe.
Meg: Faz 8 meses que não lhe vermos. A ultima vez foi quando formos te visitar.
ES: É mesmo. Faz 7 anos que estive nessa casa. É estranho.
Meg: Essa casa é sua, assim como é nossa Evie. Você sabe disso.
ES: Não mãe, essa casa é sua e do pai. Eu vivi momentos maravilhosos aqui, cresci aqui, mas ela também me faz relembra momentos tristes. Eu voltei para Vegas para viver uma nova vida, não para voltar à vida antiga.
Meg: Sei, e fico feliz com isso. Mas isso não significa que você abrirá mão de nós. Como fez quando foi embora.
ES: Eu nunca abrir mão de vocês. Eu precisava crescer, me tornar adulta. Nunca ia conseguir isso aqui. Vocês sempre me super protegeram, e você sabe onde isso foi parar. Eu nunca quis abrir mão de vocês. Eu amo vocês.
Meg: E o trabalho? Está gostando?
ES: Sim, é legal. E você, trabalhando muito?
Meg: Amanhã tou voltando a Los Angeles. Vou terminar de filmar meu novo projeto. E estou estudando uma proposta de ser protagonista em um seriado.

Nesse instante Maria aparece avisando que a mesa está pronta. Evie e Meg levantam-se e segue para a sala de almoço da mansão. Era uma sala confortável com uma mesa enorme, e nas paredes havia alguns quadros, dentre eles um quadro da Última Ceia.

Evangeline sentou-se acompanhada da mãe na mesa, e se deliciou com seu prato preferido, enquanto sua mãe comia uns biscoitos com geléia de damasco.

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Mais um capitulo...


Capitulo 7

Mãe e filha conversam como não faziam há muito tempo.

Meg: Soube que foi visitar seus avôs.
ES: Não fui visitá-los. Estava em NY a trabalho e resolvi passa para vê-los. Vovô me convenceu a ficar um dia lá. Sabia que ele está produzindo uma nova versão do Moulin Rouge?
Meg: Sabia. Sempre foi fã dos musicais, devia ter seguido a careira de atriz como eu e sua avó fizemos.
ES: Deus me livre, já basta a duas. Odeio esse mundo.
Meg: Por minha causa?
ES: Por incrível que pareça nem tudo quer odeio está relacionado com você.
Meg: E como foi lá em NY?
ES: Legal, foi bom revê-los. Mas acho que a tia não gostou de me ver por lá.
Meg: Desde que a Claire se foi que minha irmã não é mais a mesma.
ES: Ela ainda me culpa pelo que aconteceu. Mas não está errada. Sei que a culpa de tudo foi minha.
Meg: Era jovem, não media seus atos. Se têm algum culpado na historia, sou eu. Por não ter lhe refreado quando podia.
ES: Nunca vou me perdoar.
Meg: Vamos mudar de assunto.

Evie e Meg continuaram a conversar sobre diversos assuntos, não voltaram a tocar no assunto Claire.
Claire Mcphaem era sobrinha da Meg, filha da sua irmã mais nova, que era jornalista em NY. Claire e Evie foram criadas juntas como irmãs, não se desgrudavam desde criança. Evie é mais velha que Claire um ano. As duas sempre estudaram nas mesmas escolas e freqüentavam as mesmas rodas de amigos. Quando a Evie tinha 17 anos, ela e Claire sofreram um grave acidente. Claire veio a óbito. Desde esse dia, Evangeline Mcphaem mudou radicalmente, a morte da prima mexeu profundamente com a csi. Ela nunca se perdoou.

Quando Evie estava saboreando a sobremesa seu pai chega.

Ted: Hey Honey!
ES: Pai! Bom te ver.

Pai e filha trocam beijos e abraços carinhosos. Os dois sempre foram muito amigos e apegados. Enquanto vivia uma guerra interna com sua mãe com seu pai era diferente. Meg sempre sentiu inveja do modo como a filha amava e idolatrava o pai. Mas isso era de se esperar, ela nunca foi uma figura presente durante o crescimento da filha, ao contrario do marido, que sempre esteve presente nos momentos importantes da vida dela.

Ted: Soube que a senhorita não quer nossa ajuda. Mas se estiver passando necessidades, não fique com essa historinha de quer não precisa de nós. Somos seus pais.
ES: Não se preocupe, tou bem. Logo arranjo um apartamento para morar. Agora preciso lhe pedir uma coisa.
Ted: Pode pedir filha.
ES: Bem, estou sem carro, poderiam me emprestar um por enquanto?
Meg: Emprestar? Eles são seus também.
Ted: Evie pode pegar o carro que quiser.
ES: Certo, fico então com o Toyota Corolla que vi na garagem.
Mega: O Toyota? Esse é velho honey. Pega um dos Porsche.
ES: Não, esse está bom. Vou ficar com ele por enquanto.
Ted: Ele é seu. Se não aceitar, vou ficar com raiva.
ES: Tá bem. Aceito.

Evie, Ted e Meg continuaram conversando o resto da tarde. Até que ela percebeu que já passava das 18hs. Despediu-se dos pais e da Maria, a qual ficou de fazer uma visita a Evie assim que ela se instalar-se. E entrou no seu novo carro, um Toyota Corrola preto, e seguiu para o laboratório.

Nick Stokes fora o primeiro a chegar no laboratório naquele dia. Foi direto para a sala de convivência. Tinha programado de antes do inicio do turno fazer umas pesquisas de apartamento para alugar nos classificados do jornal. Era difícil encontrar apartamento para alugar em Vegas, as pessoas queriam mais vendê-los, a alugar. Saberá bem, aconteceu o mesmo com ele, contudo gostou tanto do apartamento que acabou fechando negócio e comprando. Contudo, a Evie não queria comprar um. Tinha que achar queria causar uma boa impressão nela. Não queria admitir para si mesmo, mas estava se apaixonando por ela.

Logo após ele, Sara e Grissom chegaram. Griss foi para a sua sala, e ela para a sala de convivência, onde encontrou o Nick.

SS: Hey Nick, o que está procura tanto nesses classificados?
NS: Hey Sar. Nem te vi entrar. Estou procurando um apartamento para alugar.
SS: Apartamento para alugar? Não havia comprado um há pouco tempo?
NS: Não é pra mim. É para a Evie.
SS: Hum, Evie. Acho que posso resolver seu problema, ou seja, o problema dela.
NS: Como?
SS: Tou morando com o Griss. E estou a devolver meu apartamento, só não fiz ainda, porque paguei uns meses adiantados. Tenho que devolvê-lo no fim desse mês. Posso falar com a dona para passá-lo para ela.
NS: Sar! Seria ótimo.
SS: Assim que ela chega manda ela vim falar comigo.
NS: Claro.

Nesse momento Warrick chegara ao laboratório, nem passou na sala de descanso, foi direto para a sala de evidências, onde começou a vasculhar os papéis que havia recolhido na empresa de transporte da vítima.
Logo depois, foi a fez da Evie chega, estacionou seu Toyota. E entrou no laboratório. Quando andava no corredor, viu o Warrick na sala de evidências e entrou.

ES: Hey Warrick.
WB: Hey Evie.
ES: Como foi na empresa?
WB: Bem o marido estava desfiando verbas da empresa. Fazia a esposa assinar notas frias. A empresa estava praticamente válida, e ele está para vendê-la. E vocês o que encontraram na casa da médica?
ES: Esperma, fios de cabelos, um álbum de fotografia do nosso suspeito com ela em um lugar muito romântico, creme de barbear no banheiro, impressões digitais e um laptop. Não temos o DNA do suspeito para comprovar que o fio de cabelo e o esperma é dele, mas vou pô a digital no banco de dados para ver se bate com a dele. O Laptop deixei hoje de manhã com o Archie vou vê se ele achou algo suspeito. Tem mais, já estava me esquecendo, trouxe um sapato com areia da casa da doutora para você comparar com a pegada na casa da vítima.
WB: Ótimo.

Evie percebeu que a mão do Warrick estava um pouco ferida.

ES: Hey, o que houve na mão?

Ele nem tinha percebido antes de acordar a tarde que a mão havia se ferido, quando derrubou os pratos da mesa durante a discussão com a Tina.

WB: Me cortei.

Warrick olhou nos olhos daquela jovem mulher, e sentiu uma vontade de se abrir com ela. Não a conhecia muito bem, mas aparentava ser uma boa pessoal. Precisava desabafa com alguém, e seria bom também ouvir a opinião de alguém de fora.


WB: Discutir com minha esposa hoje de manhã, e acabei quebrando uns pratos.
ES: Maridos e esposas discutem às vezes, brigam, mas logo estarão bem.
WB: Eu não a amo.
ES: Por que não se separa então?
WB: Tou tentando, mas ela não quer dar.
ES: Entendo.
WB: Me ameaçou a tirar tudo o que eu tenho, me acusou de adultério.
ES: E você tem outra mesmo?
WB: Amo uma pessoa. Na verdade já a amava antes de me casar. Mas nunca trair minha esposa. Contudo, não posso afirmar o mesmo da parte dela.
ES: Desconfia que ela tem outro?
WB: Sim. Tem um colega de trabalho que liga muito para ela. Sae muito com a “turma do trabalho”, acredito que seja apenas com ele.
ES: Bem, não tenho muita experiência com relacionamento, os meus sempre foram curtos e desastrosos. Mas acho que a felicidade vale mais do que bens materiais, dinheiro não trás felicidade, isso pode acreditar. Se quer mesmo se livrar dela, tente provar que ela está lhe traindo e deixa se ela quiser ficar com seus bens. Sei que não será fácil todos saberem da traição, pode haver gozação, mas acho que a recompensa será maior. Pode viver ao lado da mulher que realmente ama.
WB: Tem razão.

Warrick sentiu-se mais leve, aquela jovem conseguiu em poucas palavras trazer a esperança que havia perdido. A esperança de viver ao lado da Catherine. Não havia gostado do inicio da vinda dela para a equipe, mas ela se mostrara eficaz, inteligente e acima de tudo uma boa amiga.

WB: Obrigado.
ES: Não precisa agradecer. Quando precisar desabafar pode contar comigo. E torço sinceramente que tudo der certo.
WB: Posso lhe dar um abraço de agradecimento?
ES: Pode.

Warrick então dar um abraço carinhoso na Evie, mas um abraço de amigo, um abraço de uma pessoa que estava agradecida pela ajuda recebida. Nesse momento Catherine que havia acabado de chegar no laboratório vê a cena, e fica totalmente morrendo de ciúmes. Quem era aquela garota para chegar assim e já ir abraçando o Warrick. Tudo bem que ele era casado, que tinha a esposa dele, mas o amava, e não suportaria que ele tivesse algo com a jovem. Não poderia competir com ela, era jovem, bonita, tinha a idade próxima da dele. Não era uma mulher de meia idade, com uma filha adolescente e lutando contra as rugas do tempo. Se já não havia gostado da vinda da novata para a equipe, agora odiava isso com todas as suas forças. Saiu como um foguete e entrou na sala do Grissom.

Evie e Warrick desfazem do abraço. Ela sae da sala, e vai para a sala de descanso, onde Nick e Sara estavam.

ES: Hey pessoal.

Nick levanta-se com um sorriso no rosto enquanto a Sara permaneceu sentada.

NS: Tenho uma boa novidade, encontrei um apartamento para você.
ES: Serio? Que bom!
SS: É o meu. Que dizer o meu ex-apartamento.
ES: O aluguel não é caro?

Uma milionária preocupada com o aluguel? O Grissom tem razão ela realmente abriu mão da fortuna da família

SS: É. Dar para pagar tranqüilamente com o salário daqui. Teria que devolver a proprietária, mas posso ligar para ela e conversar. Assim ela passa o contrato para seu nome. Quem conhece o lugar antes?
ES: Nem precisa, tou precisando mesmo. Não dar para morar num quarto de hotel.
SS: Vamos fazer o seguinte, amanhã marcamos depois do almoço, te levo no apartamento, falamos com a proprietária. O apartamento já tem as mobílias, já poderá se mudar.
ES: Ótimo, nem sei como agradecer.
SS: O Nick me disse que estudou em Harvard. Também estudei lá. Lembra do lema das garotas de lá?
ES: Claro. As garotas de Harvard se ajudam.
SS: Exato. Tou ajudando uma colega de lá. Não precisa agradecer. Já percebi que seremos boas amigas.
ES: Que bom. Sair de Vegas a 7 anos atrás. Perdi o contato com as pessoas daqui, tirando meus pais, não conheço muita gente. Será legal ter vocês como amigos.
SS: Pode conta comigo. Nos aqui somos mais que amigos somos uma família.
NS: Exato. Tanto que a Sara e o Grissom até se juntaram.

Os três riram.

SS: Engraçadinho. Bem tenho que ir levar esse relatório ao Grissom.

Sara sae e vai na direção da sala do Grissom.

ES: Bem vamos trabalhar. Vou falar com o Archie vê o que achou no laptop da doutora.
NS: Vou com você.

Os dois csi’s abriram um sorriso e saíram juntos para o laboratório áudio-visual.

To Be Continued

Quote:
 


Resolvi colocaar uma foto e um perfil da familia da Evie

Evangeline Spanic Mcphaem Speedman

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25 anos...formada em Harvard..Biologa..trabalha como perita criminal

Meg Spanic Mcphaem Speedman

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Filha de uma atriz mexicana com um produtor de cinema americano, é atriz desde os 5 anos de idade..aos 17 anos conhece o Ted..e com 18 anos engravidou da Evie...os dois se casaram...hoje em dia, é uma das atrizes mais famosa dos EUA...tem 43 anos

Ted  Leonard Speedman

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Filho de um ex-senador da republica com uma professora universitária..é o caçula..tem um irmão mais velho..o qual é diretor do laboratorio criminalista de Vegas...casou-se cedo com a Meg, que é 4 anos mais nova que ele...tinha terminado a faculdade..quando a conheceu..logo tiveram a primeira e unica filha do casal Evie....é arquiteto...e tem 48 anos.


Espero que isso ajudem..a compreender melhor a historia..e visualizar os personagens....
Tudo que escrevir é ficção........


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Capitulo 8

Após ver a Evie e o Warrick abraçados, Catherine Willows entrou como um foguete na sala do Grissom. Abriu a porta, puxou a cadeira e sentou-se. Grissom que olhava seus e-mails no computador acabou tomando um susto.

GG: Hey! O que foi?
CW: Os suspeitos do nosso caso foram localizados. Estavam em outro estado, na Flórida. A policia de lá os pegou, e encaminhou para Vegas, daqui a pouco estarão chegando na delegacia. Preciso que assine esses papéis da transferência deles.
GG: Claro.

Ele pega os papéis da mão dela, e começa a dar uma lida por cima e assinar.

GG: Mas esse não foi o motivo pelo qual entrou na minha sala como um foguete. O que está acontecendo?
CW: Nada.
GG: Te conheço há anos Catherine. Me fala.
CW: Tudo bem. É essa novata.
GG: O que a Evangeline aprontou?
CW: Nada.
GG: Então, o que foi?
CW: O fato dela ser nova e bonita está atrapalhando o trabalho. Greg, Nick e Warrick ficam babando em vez de fazerem seus trabalhos.
GG: Desde quando que a beleza de uma csi interferi no andamento do trabalho? Você está com ciúmes!
CW: Ciúmes!
GG: Te conheço. Está com ciúmes do Warrick. Ele agora tem outra para olhar além de você.
CW: De mim? Não sei o que está falando.
GG: Depois que me abrir com você em relação a Sara. Pensei que também confiasse em mim. Sei que ama o Warrick.
CW: É complicado Griss.
GG: Sei. Ele é casado.
CW: Exato. Além disso, acho que ele não gosta de mim como eu achava.
GG: Por que diz isso?
CW: Agorinha mesmo, o vi abraçado com a novata.
GG: Agora está explicado o porque da sua irritação, de quase ter destruído a porta da minha sala. Deve ter entendido errado. Converse com ele.
CW: Não mesmo. Tenho coisa mais importante para resolver.

Nesse momento Sara adentra na sala.

SS: Hey Cath!
CW: Hey Sara.
SS: Griss trouxe o relatório do caso da joalheria.
GG: Valeu Sar.
SS: Ah! Achei um morador para meu ex-apartamento.
GG: Quem?
SS: A Evie está precisando de um apartamento para alugar. E ofereci o apartamento, amanhã vou lá com ela falar com a proprietária.

Catherine que acabara de ouvir o nome da novata, pega os papeis da mesa, e sai sem se despedi.

SS: O que deu nela?
GG: Está com ciúmes da novata.
SS: Da Evie? Por que?
GG: Ciúmes dela com o Warrick. Viu os dois abraçados.
SS: Sempre desconfiei que os dois se gostavam. Mas não acredito que a Evie e o Warrick tenham algo. Acho que ela e o Nick estão envolvidos, se não, ainda vão se envolver.
GG: Falei para ela ir conversar com ele, mas do jeito que é orgulhosa duvido. Mas porque falou do Nick com a Evie?
SS: Ele estava procurando apartamento para ela. E o jeito que os dois se olham. É igual ao jeito que nos olhávamos.
GG: Deus. Esse laboratório está virando uma empresa de relacionamentos. Nós, Cath e War, Evie e o Nick, desse isso cair nos ouvidos do Conrad.
SS: Vamos torcer para isso não ocorrer. Eles não merecem passar pelo que passamos. È muito sofrimento.
GG: É meu amor.
SS: Bem vou indo. Vou dar uma olhada nuns casos antigos. Enquanto não aparece nada novo.
GG: Certo.

Sara se despede do Griss. O qual volta a ler seus e-mails.

Enquanto isso, Evie e Nick estavam na sala do Archie.

ES: Hey Archie!
Archie: Hey Evie, Hey Nick!
NS: O que achou no Laptop?
Archie: Desde que deixou o laptop aqui de manhã Evie, que não faço outra coisa senão vasculhá-lo. Dei prioridade a ele.
ES: Obrigada.

Archie abre um sorriso para a Evie. Nick não gosta nem um pouco. Quem era ele para sair distribuindo sorrisos para ela? Não queria quer outros homens a cortejassem.

NS: Então, o que encontrou?
Archie: Conseguir obter a senha dela, e desbloqueie os e-mails.
ES: E-mails?
Archie: Dão uma olhada nesse.

Archie abre um dos e-mails.

Querida o momento está se aproximando. O negócio está quase fechado. Vamos dar inicio a segunda parte do nosso plano.

ES: Plano!
NS: Deve está se referindo ao assassinado.
ES: Tem como saber quem enviou?
Archie: Sim. Acabei de descobrir o endereço eletrônico e o dono da conta. Steven Legam.
NS: Nosso suspeito, o marido da vitima.
ES: Obrigada Archie.
Archie: De nada, quando precisar de mim sabe onde encontrar.

Quem ele pensa que é?

Nick não gostara nem um pouco do modo como o Archie se atirou para cima da Evie. Mas no fundo sabia que era difícil resistir à beleza dela. Ele mesmo não está conseguido.
Nick e Evie sae do laboratório de áudio visual e partem para a sala de analise de evidência onde o Warrick estava. Assim que chegam lá, encontram a Catherine que falava ao telefone.

WB: O que descobriram?
ES: Um e-mail do marido para a médica falando sobre iniciar a segunda parte do plano.
WB: O sapato que trouxeram combina com a 3ª pegada na casa. E a areia é a mesma do jardim da vítima.
NS: Então temos tudo para um interrogatório. Só falta encontrá-los.
CW: Isso não será problema. Acabei de falar com o Brass, os encontraram na Florida, mas já estão na delegacia. Nick e Evie venham comigo.

Catherine sae sem trocar uma palavra com o Warrick. Evie e Nick sae em seguida. Os três partem em direção a delegacia.
Na delegacia Catherine e Brass interrogam o marido, enquanto que Evie e Nick a médica. O marido pouco fala, não assume o crime, diz que nem sabia que a esposa estava morta. Já a médica acaba sendo encurralada pela Evie, e confessa que o marido da vitima a incentivou a participar do crime. Depois os quartos se encontram.

JB: O que vocês conseguiram com a médica?
NS: Ela confessou que tinha um caso antigo com o marido, antes dele se casar com a vitima. Que ele a convenceu a dar o medicamento, e que a morte da esposa seria bom para ambos.
CW: Ótimo. Não conseguimos nada com o marido. Parabéns Nick.
NS: O mérito não é meu, é da Evie, ela que fez a doutora falar.
CW: Bom trabalho garota.
ES: Obrigada.
JB: Então temos como acusar o marido de assassinato e fraude no imposto de renda e a médica de envolvimento no assassinato. É esses dois vão passar o resto da vida na prisão.

Os três csi’s se despedem do Brass e voltam ao laboratório.

CW: Bem por hoje acabamos, amanhã cada um faz seu relatório e entrega ao Griss.
NS: Tudo bem Cath.

Catherine sae em direção ao vestiário. Quando sae bate de frente com o Warrick.

WB: Hey! Nem falou comigo hoje. Tudo bem?
CW: Tudo. Se me der licença tou com pressa.

Ela sae deixando-o atordoado com a reação dela.

O que está acontecendo com ela?

Ela vai a direção ao estacionamento liga o carro, e sae em direção a sua casa, e durante o caminho lágrimas escorrem pelo seu rosto.

Enquanto isso, Nick e Evie retornam a sala de convivência onde encontra Greg e Sara.

SS: Hey! Já de volta, resolveram o caso?
NS: Já. E pegamos os assassinos graças a Evie.
GS: Hum... Parabéns! Resolveu seu primeiro caso.
ES: O Nick está exagerando. Todos nós tivemos uma parcela de culpa nisso.
GS: Isso merece uma comemoração.
NS: Concordo Greg. Até que às vezes você fala algo que preste.
GS: Engraçadinho. Que tal saímos no sábado a noite? Toda a galera.
SS: Adorei a idéia. Vou falar com o Griss.
NS: Eu falo com o resto do povo. Podemos comemorar a vinda da Evie.
ES: Ah gente não precisa.
GS: Aproveitamos e comemoramos a salvação da Sara também.
NS: Exato.
ES: Se é assim tudo bem.
SS: Ótimo, combinado. Ah! Evie te ligo mais tarde para combinamos a visita ao apartamento.
ES: Ok.

Sara sae e passa na sala do Grissom, espera alguns minutos, e depois saem juntos para casa. Evie, Nick e Greg caminham juntos para o estacionamento.

NS: Vai querer carona hoje?
ES: Obrigada! Mais tou de carro.

Que pena!

GS: Uau! Que carrão!
ES: Que nada. É usado. Era do meu pai.
GS: Que pai bom esse.
ES: Ele é.
NS: Então nos vermos mais tarde.
ES: Claro.

Evie entra no carro e sae, deixando os dois csi’s ainda no estacionamento.

GS: Que gata, né?
NS: É, mas não é para seu bico.
GS: Hum... Para o seu é?
NS: Nem tente se aproximar dela.
GS: Uau... ta com ciúmes benzinho?
NS: Só quero te poupar de tomar um fora.
GS: Você que pensa. Vamos ver.

Outro não... Droga... Vou acabar perdendo-a... Se ele quer guerra, terá guerra...Vamos ver Greg quem fica com ela...


Greg entra no seu carro rindo, enquanto o Nick entra no dele com raiva. A paixão tava tomando conta dele, sabia que a Evie para o Greg só seria mais uma, para ele não, sabia que os dois tinham algo. Só não sabia o que. Quando estava perto dela, perdia os sentidos, e a vontade era de beijá-la.

Enquanto isso, Catherine Willows chega a sua casa. Sobe para seu quarto, e entra no banheiro, precisa de uma boa ducha quente. Deixa sua roupa no chão do banheiro, e cai embaixo da ducha quente. Começa a lembrar dos momentos felizes que passara ao lado do Warrick, se sentia segura com ele. Mas ele tinha que ter casado. O modo como os dois flertavam antes enchia o coração dela de esperança, mas depois que ele simplesmente casou-se, isso havia acabado. Sabia que a culpa não era da novata, a garota era esforçada, e boa profissional. Se o Warrick estivesse afim dela, não faria nada para atrapalhar. O amava muito, e o que mais queria era sua felicidade. Mas sofreria calada, como estava sofrendo agora.

Saiu do banho, vestiu um roupão branco, e foi para o quarto. Sentou-se na sua cama, e começou a chorar. Lindsay, sua filha, que acabara de acordar, viu a cena e se preocupou.

Lindsay: Mãe! Algum problema?
CW: Não Honey!
Lindsay: Então porque está chorando?
CW: Problemas de adulto. Não se preocupe.
Lindsay: Tudo bem. Se não confia em mim.

Lindsay que estava ajoelhada na frente da mãe levantou-se, e quando ia sair.

CW: Hey! Confio em você filha. Só não quero lhe preocupar com meus problemas.

Lindsay volta a se ajoelhar na frente da mãe e com um das mãos enxuga as lágrimas que escorriam na face da Cath.

Lindsay: Não precisa falar se não quiser.
CW: Obrigada.

As duas se abraçam e Cath chora um pouco no ombro da filha. Depois as duas deitam juntas na cama da Cath. Lindsay faz cafuné na mãe até ela adormecer.

Warrick ao sair do laboratório chega em casa. A Tina se encontrava dormindo. Ele pega uma mochila coloca umas poucas peças de roupas. E sae novamente.

Nick ao chegar em casa encontrava-se ansioso. Depois da conversa que teve com o Greg estava com medo, de perder a Evie. Durante anos teve relacionamentos, mas pela primeira vez tinha certeza que encontrara a mulher da sua vida. Em apenas 2 dias encontrava-se perdidamente apaixonado por ela, como nunca se apaixonou por nenhuma mulher. Acabara de sair do banho, tomou uma ducha bastante gelada. Vestia um short, quando ouviu alguém bater na porta.

NS: Hey! War! Algum problema?
WB: Posso ficar aqui uns dias?
NS: Claro. Aconteceu algo?
WB: Sabe que meu casamento está um fracasso. Finalmente tomei a decisão de sair de casa. Se a Tina quiser ficar com meu apartamento que fique.
NS: Fico feliz amigo. Mas porque essa mudança repentina?
WB: Hoje conversei com a Evie, e ela me disse para tomar logo uma altitude e correr atrás dos meus objetivos.
NS: A Evie?
WB: Conversamos. Não falei claramente que amava a Cath, mas disse a ela que amava outra mulher. Ela mandou eu correr atrás.
NS: Pensei que eu fosse seu confidente. Mas que bom que ela te ajudou. Ela é mesmo fantástica.
WB: Nick Stokes! Não vai me dizer que...
NS: Estou me apaixonando por ela.
WB: Uau... Cara! Fico feliz...Ela é uma boa pessoa...Além de ser uma gata...
NS: É...Mas tem uma porrada de marmanjos que se encantou por ela também.
WB: Como ela mesma diz... Não perca tempo amigo...Corre atrás.
NS: Pode ficar com o quarto de hospede. Tem lençóis e toalhas limpas do armário.
WB: Valeu cara. Logo arranjo outro lugar.
NS: Não esquenta com isso... Só sai daqui quando resolver tudo com a Cath e sua quase ex-esposa.

Nick vai para seu quarto, e Warrick para o de hospede. Nick cai logo na cama e adormece pensando na Evie. Warrick toma uma ducha e depois quando cai na cama demora a pegar no sono, pensava na Cath e em como se livrar da Tina.

Evie quando chegou do laboratório comeu umas frutas que tinha no Frigobar, tomou uma ducha, e caiu na cama. Estava feliz com seu trabalho, e não parava de pensar na festa de sábado, era um momento para ficar perto do Stokes. Não sabia ainda o porque de se sentir tão atraída por ele.

Sara e Grissom chegaram na casa deles. Tomaram uma ducha, juntos. Adoravam isso. Depois caíram na cama, e ficaram abraçadinhos.

SS: Amor... O Greg deu uma idéia de sábado à noite irmos todos sair... Tipo uma comemoração.
GG: Comemorar o que?
SS: A vinda da Evie e a minha recuperação.
GG: Hum... Se você quer tudo bem meu amor...
SS: Oba...
GG: Você sabe que faço tudo por você.
SS: Sei... Por isso merece uma recompensa.

Sara deita-se sobre ele, e começa a beijar seus lábios. Depois vai descendo por todo seu corpo. Ele começa a suar e a excitação vai aumentando. Vira-se e fica sobre ela. Agora ele que a beija por inteira. Ambos retiram as únicas peças de roupas que trajavam. Logo ele esta unindo seus corpos, e satisfazendo o desejo de ambos. Depois nus se abraçam e adormecem assim.

To Be Continued

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