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Prince of Persia: The Two Thrones
Topic Started: Aug 11 2006, 09:46 PM (388 Views)
DaNgErOuS
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Administradores
Um final digno para a trilogia
06/01/2006 - por Gabriel Morato da Game TV


Depois de passar alguns anos aposentada, a série Prince of Persia retornou em uma colaboração do criador original, Jordan Mechner, com os estúdios canadenses da Ubisoft. Sands of Time se tornou um clássico instantâneo com sua trama cativante, desafio de primeira e uma verdadeira atualização tridimensional de tudo que originalmente deu sucesso à série. Mas o game vendeu pouco, e a continuação foi pervertida em uma tentativa de capitalizar o poder de marketing – o pobre príncipe virou um jovem torturado com boca suja e extremamente amargo... e o game recebeu maior ênfase em combate, de longe sua característica mais fraca. Agora a trilogia chega ao fim com Two Thrones, que se esforça para resgatar os elementos de Sands of Time.

A nova aventura começa no ponto onde terminou Warrior Within, imaginando que você tenha alcançado o final bom (o que pode deixar muita gente coçando a cabeça). O protagonista e Kaileena retornam à Babilônia, apenas para encontrá-la em guerra – um velho conhecido do herói está de volta e inicia uma guerra que pode acabar com o reino... e talvez o mundo. Em pouco tempo, ele acaba infectado pelas areais do tempo e descobre seu lado negro, que se manifesta como uma versão negra, mais violenta e bem armada de si mesmo.

Sem estragar muito a história, o game se apóia de maneira quase exagerada nos elementos que tanto agradaram aos fãs de Sands of Time – desta vez com Kaileena narrando a história. Mas o príncipe não deixa de narrar suas aventuras, normalmente em diálogos internos entre seu lado bondoso e a nova identidade mesquinha. Ambos encontrarão velhos aliados durante as cerca de 10 horas de aventura, garantindo um merecido desfecho para a trilogia – e tirando um pouco do gosto ruim que Warrior Within deixou para quem curtiu o primeiro game.

A missão do príncipe é simples: ele deve percorrer a capital da Babilônia, lutando contra tudo e todos até chegar ao seu inimigo. A linearidade mantém o ritmo da aventura sempre rápido, misturando doses generosas de saltos acrobáticos e inimigos a serem derrotados, além de alguns quebra-cabeças criativos. A qualidade desses mapas não decepciona – mas é uma pena que as câmeras pré-definidas entregam o caminho, muito mais do que as antigas passadas voando por cada nova sala do original.

Enquanto muita gente reclamou do exagero na quantidade de combates no segundo game, os produtores deram um jeito de agradar persas e indianos com o novo sistema de morte instantânea – se o herói conseguir pegar um inimigo pelas costas sem ser visto, ele aciona um mini-game e deve apertar um botão nos momentos certos para derrotá-lo sem precisar usar a luta convencional. Essa solução permite que os jogadores mais habilidosos evitem grande parte dos combates e ainda ganhem um passatempo extra para descansar entre mais acrobacias entre plataformas. Não apenas isso, mas a adição de chefes elaborados e criativos exigirá saltos precisos e raciocínio rápido para descobrir seus pontos fracos – e não só o bom domínio das armas.

Mas isso não é tudo: em certos momentos pré-determinados, o herói também será possuído pelo seu lado negro, e ganha uma nova arma: uma corrente laminada que lembra bastante os implementos de guerra de Kratos, o protagonista de God of War. Como o Wraith de Warrior Within, o Príncipe Negro está sempre perdendo energia com o passar do tempo, e recuperando-a ao matar inimigos. A idéia poderia ter melhorado ainda mais o game se esse “personagem extra” jogasse como o mencionado Kratos ou um Dante de Devil May Cry – mas ao invés de parecer muito mais poderoso, ele simplesmente ganha alguns golpes e movimentos extras, muitos dos quais são desnecessariamente difíceis de executar ou pouco úteis. E assim você acaba voltando a ser obrigado a lidar com as lutas que as Mortes Instantâneas tanto ajudar a diminuir.

No meio de tudo isso, o jogo acabou tirando boa parte da ênfase colocada nos poderes de manipulação temporal da adaga e das areias do tempo. Isso não chega a prejudicar a fórmula, mas é triste ver um elemento tão interessante perder seu destaque. O game ainda adiciona alguns extras, como segredos escondidos capazes de liberar galerias extras no menu principal e novas fases de corrida de biga – que apesar de bem simples, são bastante divertidas. E como não poderia faltar, salas secretas escondem artefatos capazes de aumentar a energia e os tanques de areia do protagonista – dando mais uma razão para vasculhar o game depois de vencê-lo.

Visualmente, o game é bastante parecido com os dois anteriores, mas ganhou uma série de novos efeitos de luz e fumaça, que ajudam a ressaltar a destruição da cidade em que se ambienta a aventura. E quem não curtiu o rock de Warrior Within vai comemorar o retorno dos temas árabes do primeiro game. O controle do game não trará grandes novidades para ninguém que jogou os outros dois – mas fica um aviso para usuários de PC: o teclado realmente atrapalha algumas das seqüências mais complicadas de saltos misturados com ataques, e por isso mesmo a Ubisoft recomenda o uso de um bom controle analógico. Mas faltou um aviso: para usar o controle com fio do Xbox 360, é preciso atualizar a versão de DirectX pela que está no disco do game (que continua com o mesmo nome DirectX 9.0c, mas traz alguns extras importantes para reconhecer o controle).

Two Thrones é um final à altura do nome Prince of Persia. O game pode não ser o clássico instantâneo que foi Sands of Time, mas mostra que seus criadores estão cientes de seus erros em Warrior Within.

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Fonte:Site da Game Tv
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Raian
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Cinquentão
eu tenhu este jogo tb ...eh muito bom adrenalina a mil....bom topico...muito bom jogo tb
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